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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

SENSOR 12 VEZES MELHOR QUE OLHO HUMANO É DESCOBERTO POR CIENTISTAS!

Olho humano é uma "tecnologia" fantástica, mas já é possível superá-lo por uma grande diferença. Pesquisadores da Universidade de Granada desenvolveram um novo sistema de processamento de imagem capaz de capturar até 12 vezes mais informações sobre cores do que nosso sistema óptico.
Os sensores são chamados de Transverse Field Detectors (TFD) e têm como segredo a capacidade de extrair toda a informação da cor de cada pixel em uma imagem, sem a necessidade de utilizar uma camada de filtro de cor, por exemplo — como acontece nas câmeras digitais atuais. Caso sejam popularizados, eles serão o substituto natural do padrão RGB.
Isso significa que a câmera pode até registrar as cores de forma correta, mas não faz isso de forma natural, mas sim aplicando uma "edição". A ideia aqui é obter o conceito mais puro de
uma fotografia.
O segredo técnico está em utilizar um material que permite aos fótons (partículas de luz) penetrarem em diferentes distâncias e profundidades no sensor, dependendo da energia. Essa penetração é traduzida em tamanho de onda e, finalmente, em diferentes cores. Ao todo, 36 canais de cores podem ser captados ao mesmo tempo pelo TFD.
As aplicações da novidade podem ser na criação de sistemas de direção veicular, identificação de fraudes em documentos ou notas e até maior precisão em diagnósticos por imagem, entre outras utilidades.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

JOVEM DE ITANHAÉM GANHA MEDALHA DE OURO NA OLIMPÍADA DE ASTRONOMIA


Uma jovem de Itanhaém, no litoral de São Paulo, conquistou a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que foi realizada em maio deste ano. Tawane Uchoa estudou com os livros do pai e nem esperava conquistar esse título. Além da jovem, 30 alunos de escolas municipais da cidade ganharam medalhas de prata e bronze.

A estudante Tawane Gabrielle Cantilio Uchoa tem 15 anos e cursa a 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Municipal Dalva Dati Ruivo. Ela conta que nunca tinha participado da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e resolveu tentar o desafio neste ano. “Meu professor estava comentando na classe e eu me interessei. Estudei um mês e meio antes da prova com os livros de astronomia do meu pai e também na internet”, diz a jovem.

Vários estudantes dos níveis fundamental e médio do país, regularmente matriculados em instituições de ensino médio ou fundamental, participaram da olimpíada em maio deste ano. A prova foi constituída de sete perguntas de Astronomia e três de Astronáutica. Tawane obteve 9,3 pontos. Entre as dez questões propostas, ela acertou nove, pontuação próxima de atingir a nota máxima. “Eu achei difícil. Era um tema que eu não conhecia muito. Deixei uma questão sem fazer. Meu professor falou que pelo jeito que eu fui, eu teria acertado”, fala a estudante.

Mesmo assim, a jovem conseguiu ficar entre os alunos com as maiores notas do Brasil e ganhar uma medalha de ouro. “Fiquei sabendo por meio do professor. Ele falou que eu tinha sido a melhor, que eu tinha conseguido a medalha de ouro. Na hora, eu pensei que não era eu, daí ele me mostrou os resultados”, diz. Tawane tinha comentado com a mãe sobre a olimpíada, mas quando saiu o resultado, ela ficou surpresa com a pontuação da filha. “Ela disse que era difícil, não esperava. Ela ficou feliz quando soube”, conta.

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) entrega 33 mil medalhas, entre ouro, prata e bronze. Uma solenidade de premiação é organizada nas escolas para a entrega das medalhas e certificados. Além de Tawane, outros 30 alunos das escolas municipais de Itanhaém conseguiram medalhas, sendo 12 de prata e 18 de bronze.

Depois da primeira medalha, Tawane diz que quer participar de outras olimpíadas. Mas, a Astronomia talvez fique um pouco distante do futuro, já que ela pensa em fazer faculdade de Tecnologia da Informação.

ESTUDANTE BRASILEIRO DO CIÊNCIAS SEM FRONTEIRAS MORRE EM TRILHA NOS EUA



O estudante bolsista do programa Ciência Sem Fronteiras Emanuel Rodrigo Biana Costa Bezerra morreu nesta sexta-feira (19) após um mal súbito na trilha de uma montanha no Arizona, nos Estados Unidos, onde estudava. A causa da morte foi confirmada por autoridades dos Estados Unidos à mãe da vítima, Ana Maria Biana, na noite deste domingo (21). Segundo a família, o estudante nasceu em Alagoas, mas veio morar no Ceará com um ano de idade.

Emanuel Biana foi resgatado ainda vivo em uma trilha da Montanha Camelback, na cidade de Phoenix, com quadro de desidratação avançada.

"Ele participou com um grupo de amigos de um passeio e teve muita dificuldade na subida da montanha, passou mal, pediu um tempo para descansar antes da descida. O que os médicos disseram à minha filha, que está nos Estados Unidos, é que ele teve um mal súbito, e o cérebro inchou", diz a mãe.

No momento do incidente, Emanuel Biana estava próximo a um grupo de visitantes do parque, que acionou o resgate no parque. "Ele foi levado inicialmente em um helicóptero do parque até uma ambulância na base da montanha, mas ele não resistiu por conta do quadro de desidratação", relata Ana Maria Biana.

Emanuel Biana foi aprovado no curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC) e morava nos Estados Unidos há um mês, por meio do programa do Governo Federal Ciência sem Fronteiras.

O Ministério das Relações Exteriores confirmou que um brasileiro morreu no Arizona. "Segundo o Itamaraty, o consulado brasileiro em Los Angeles está em contato com a família do brasileiro e também com as autoridades locais", diz o órgão.

A irmã da vítima viajou à cidade onde Emanuel Biana morava, neste domingo (21), algumas horas após saber da morte do irmão, por meio de autoridades dos Estados Unidos. Segundo familiares, ela trata de questões relativas ao traslado do corpo ao Brasil.

Em mensagem nas redes sociais, a família informou que o corpo de Emanuel Biana deve chegar ao Brasil na terça-feira (23) e irá informar o local do velório aos amigos e familiares em breve.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

UM PLANETA INFERNAL DO TAMANHO DA TERRA!


Com a densidade parecida com a da Terra, sugerem os cientistas que ele é feito do mesmo material que compõe nosso planeta. Denominado Kepler-78b, é o menor exoplaneta já encontrado que se sabe, tanto em tamanho quanto em massa. Kepler-78b, foi detectado este ano em dados a partir de agora, coletados na sonda espacial Kepler, da NASA, ele está localizado a 700 anos-luz da Terra na constelação de Cygnus. O puxão gravitacional do planeta faz sua estrela dançar para trás e para frente ligeiramente, o que comprime ou expande os comprimentos de onda da luz que a estrela emite. Duas equipes de astrônomos usaram a mudança de comprimento de onda da luz para calcular a velocidade com que as oscilações da estrelas ocorrem, a partir desta velocidade, eles calcularam a massa do planeta e, usando anteriormente medição do tamanho publicados, calcularam a sua densidade.

Reportagem publicada no dia 30 de outubro, na revista Nature . Uma equipe estima a que a densidade do planeta mede em torno de 5,3 gramas por centímetro cúbico; outras equipes sugerem que, por estimativas, a densidade é em torno de 5,57 gramas por centímetro cúbico. A densidade de 5,515 gramas por centímetro cúbico da Terra fica entre estas duas apresentadas, sugerindo que Kepler-78b é, como a Terra, feito de rocha com um núcleo de ferro.

Apesar de ser semelhante à Terra em tamanho e composição, Kepler-78b não chega nem perto de ser um paraíso carinhoso para a vida. O planeta gira em torno da sua estrela hospedeira a cada 8,5 horas, em uma órbita extremamente apertada, e suas temperaturas diurnas provavelmente são superiores a 2.000° Celsius.

RÚSSIA PLANEJA COMEÇAR A COLONIZAR LUA EM 2030!

Em 2030, a Rússia começará a colonizar a Lua, segundo afirma em sua edição de 08 de maio o jornal russo Izvestia, que conseguiu tomar conhecimento do projeto de conceito do programa lunar russo desenvolvido por empresas da Roscosmos, Institutos da Academia das Ciências da Rússia e a Universidade Estatal de Moscou. De acordo com o jornal, o projeto prevê, entre outros alvos, “criar uma base lunar com um polígono de mineração”. Mais cedo, em 11 de abril, o vice-primeiro-ministro russo, Dmitri Rogozin, observou em um artigo publicado no jornal Gazeta Russa que os objetivos estratégicos da Rússia na exploração do espaço se centram em elevar a presença do país em órbitas baixas da Terra, colonizar a Lua e começar a explorar Marte e outros corpos no Sistema Solar.

“Os autores do projeto não descartam que os programas lunares possam ser apoiados por investidores privados”, especifica o Izvestia, acrescentando que “as primeiras expedições e o desembarque de cosmonautas, cuja missão consistirá em estabelecer uma base lunar permanente, são planejados para 2030″.

“Nos próximos 20 ou 30 anos, as principais potências espaciais irão explorar e estabelecer seu controle sobre as áreas estratégicas da superfície lunar com vista de assegurar para si futuras oportunidades de sua utilização prática”, concluem os autores do artigo.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

TIGRE QUE ATACOU MENINO NÃO VAI SER SACRIFICADO, AFIRMA ZOOLÓGICO!


O Zoológico Municipal de Cascavel (PR) esclareceu que o tigre Hu, que atacou um menino de 11 anos na última quarta-feira, não será sacrificado. O zoo ainda anunciou que o animal já voltou para sua jaula, onde fica exposto ao público, depois de passar cinco dias em observação. A prefeitura da cidade informou que o zoológico nunca cogitou sacrificar o tigre ou transferi-lo para outro local. “Tais especulações são idiotas”, indignou-se o veterinário Valmor Passos, que trabalha no reduto dos animais. Segundo uma nota divulgada pela administração municipal, o tigre está calmo, se alimenta normalmente e apresenta boas condições de saúde.

Com o ataque, a criança teve o braço direito gravemente ferido e precisou amputá-lo na altura do ombro, sem possibilidade de usar prótese. Em entrevista ao programa Fantástico, o pai do menino disse que ele implorou para que o tigre não fosse morto.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

CIENTISTA ESPECIALISTA EM EBOLA DESCARTA GRANDE EPIDEMIA FORA DA AFRICA!


O cientista belga Peter Piot, integrante da equipe que descobriu o vírus do ebola, descartou a possibilidade de uma grande epidemia fora da África e pediu que as vacinas e os tratamentos experimentais, que tiveram efeito positivo em animais, sejam testados em humanos. "Inclusive se uma pessoa portadora do vírus do ebola viajasse à Europa, não acho que seria produzida uma grande epidemia", disse Piot em declarações publicadas nesta quinta-feira (31) pelo diário belga "Le Soir".

"Não é preocupante que um portador do vírus se sente no metrô ao seu lado, já que é uma infecção que requer um contato muito direto", como por exemplo o vômito, assinalou o cientista belga, atualmente diretor da Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical.

Do mesmo modo, o virólogo do Instituto Pasteur Jean-Claude Manuguerra mostrou sua "pouca preocupação" pela propagação do ebola nos países ocidentais e em particular os europeus, e assegurou que "é absolutamente improvável que seja iniciada uma epidemia".

quarta-feira, 30 de julho de 2014

MISTÉRIO AUMENTA: CIENTISTAS ENCONTRAM DOIS NOVOS BURACOS NA SIBÉRIA!


RIO — Na metade do mês, o mundo recebeu com curiosidade a informação sobre o misterioso surgimento de uma imensa cratera na Sibéria. Acontece que ela não está sozinha. Reportagem do “The Siberian Times” relata a descoberta de dois novos buracos na região, sendo um na Península de Yamal — conhecida pelos locais como “o fim do mundo” e onde a primeira cratera foi avistada — e outro na Península Taymyr. A origem dos fenômenos ainda é desconhecida. As teses vão desde a queda de meteoritos à presença de extraterrestres. A versão mais aceita é que o solo da região, conhecido como pergelissolo ou permafrost, está se derretendo de forma mais acelerada devido ao aquecimento global e criando bolsões subterrâneos de gás metano. Por causa da pressão criada internamente, podem ter acontecido erupções que deram origem aos buracos.

A primeira cratera descoberta tem cerca de 80 metros de diâmetro, pouco menor que um campo de futebol, e 60 metros de profundidade. As mais recentes são menores, mas apresentam características semelhantes, como a presença montes de terras nas laterais, que sinalizam algum tipo de movimento violento de dentro para fora.

O novo buraco descoberto na Península de Yamal fica a cerca de 30 quilômetros da primeira e tem diâmetro de aproximadamente 15 metros.

— De acordo com moradores locais, o buraco foi formado no dia 23 de setembro de 2013. Observadores dão versões distintas. Um disse que no local havia fumaça e depois, um forte brilho. Já uma segunda versão diz que um corpo celeste caiu lá — disse Mikhail Lapsui, parlamentar que sobrevoou a região no dia 19 de julho.
Para Marina Leibman, cientista chefe do Earth Cryosphere Institute, a descoberta de novas crateras semelhantes pode ajudar na investigação das causas do fenômeno.

— Cada novo funil fornece informações adicionais aos cientistas — disse Marina ao site URA.RU. — Sem dúvida, nós precisamos estudar todas essas formações. Isso é essencial para podermos prever novas ocorrências.
A terceira cratera fica na Península Taymyr, à leste da Yamal. Ela foi descoberta acidentalmente por pastores locais, moradores do vilarejo de Nosok. O buraco tem o formato perfeito de um cone, com cerca de quatro metros de diâmetro e profundidade entre 60 e cem metros.

terça-feira, 3 de junho de 2014

EM UM MUNDO BEM PRÓXIMO, PLANETA POTENCIAMENTE HABITÁVELl!

A megaterra divulgada ontem por astrônomos americanos impressionou? Espere até ver este aqui: um planeta potencialmente habitável — com toda probabilidade rochoso, como a Terra, e capaz de ter água líquida — a apenas 13 anos-luz de distância. Não só é o mundo com possibilidade de abrigar vida mais próximo já descoberto como também é o mais velho deles. O achado acaba de ser publicado no periódico “Monthly Notices of the Royal Astronomical Society”.



Orbitando ao redor da Estrela de Kapteyn, uma anã vermelha na constelação do Pintor, o novo planeta tem cerca de cinco vezes a massa terrestre. É um bocado, se comparado ao nosso mundo, mas ainda assim ele dá toda a pinta de ser similar à Terra em composição. Kapteyn b, como acabou batizado, completa uma volta em torno de sua estrela a cada 48 dias terrestres, o que o coloca na distância exata de sua estrela-mãe para permitir a existência de água em sua superfície. Os cientistas tratam essa como a condição essencial para o estabelecimento da vida.
A questão é: há ou houve seres vivos em Kapteyn b? Olha só, no momento, ninguém sabe. O que já podemos dizer é que tempo para eles evoluírem não faltou. Ao que tudo indica, a Estrela de Kapteyn nasceu cerca de 11,5 bilhões de anos atrás. Para que se tenha uma ideia do que isso significa, é duas vezes e meia a idade da Terra! Caso a vida tenha surgido por lá com a mesma rapidez que por cá, houve tempo de sobra para que a evolução produzisse criaturas complexas e, quiçá, uma civilização avançada. Aliás, pressupondo um ritmo evolutivo similar ao terrestre, teria dado tempo para isso tudo acontecer antes mesmo que o Sistema Solar iniciasse sua formação, 4,6 bilhões de anos atrás!

A pedido dos descobridores (liderados por Guillem Anglada-Escude, da Universidade Queen Mary de Londres), o astrônomo e escritor de ficção científica Alastair Reynolds fez uma reflexão similar a essa e escreveu um pequeno conto sobre como seria o encontro de uma sonda robótica enviada pela humanidade a Kapteyn b com as ruínas de uma sociedade alienígena avançada que teria florescido lá muito tempo atrás.

O Mensageiro Sideral, por sua vez, está preparando uma reportagem completa sobre a descoberta (que inclui fatos curiosos, como a presença de um segundo planeta, maior e mais frio, no mesmo sistema, e a possibilidade de que a Estrela de Kapteyn tenha se originado em outra galáxia 11 bilhões de anos atrás e somente mais tarde migrado para a nossa Via Láctea!). Confira todos os detalhes na Folha desta sexta-feira. E, claro, fique ligado neste espaço para desdobramentos desse achado empolgante.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

CIENTISTAS DESCOBREM PARTE DO CORPO NUNCA ANTES ESTUDADA.

Trata-se de um ligamento no joelho que até então era desconhecido pelos médicos.


Parece impossível, mas ainda existia uma parte do corpo humano que era desconhecida por médicos e cientistas até poucos dias atrás. Agora, na primeira semana de novembro, acaba de ser divulgado que dois cirurgiões de joelho descobriram um ligamento nunca antes estudado, mas que parece desempenhar um papel importante nas lesões do ligamento cruzado anterior (LCA).

A descoberta, publicada no Science Daily, foi feita por dois cirurgiões de joelho do Hospital Universitário de Leuven, na Bélgica. Durante alguns anos, eles observaram que, apesar das cirurgias de reparação do LCA e a reabilitação dos pacientes serem bem-sucedidas, algumas pessoas continuavam a ter episódios de oscilação do joelho durante as atividades.
Desde então, nos últimos quatro anos, Dr. Steven Claes e Dr. Johan Bellemans realizaram mais pesquisas sobre lesões graves do LCA para descobrir o motivo das ocorrências descritas acima. Porém, eles já tinham uma pista: um artigo de 1879, feito por um cirurgião francês, que postulava a existência de um ligamento adicional localizado na parte anterior do joelho humano.

            INVESTIGAÇÃO E CONFIRMAÇÃO

A citação de 1879, que ainda não havia sido investigada a fundo e nem confirmada, foi pesquisada pelos cirurgiões belgas, que foram os primeiros a identificar o ligamento previamente desconhecido depois de um amplo estudo em cadáveres, usando técnicas de dissecação macroscópica.
A pesquisa revelou que o ligamento, que foi nomeado como ligamento ântero-lateral (ALL), está presente em 97% de todos os joelhos humanos. Com essa descoberta, outras pesquisas posteriores mostraram que a oscilação em pacientes com lesão do LCA é causada por um problema nessa parte que era desconhecida.


As questões definidas na pesquisa sobre lesões graves do LCA podem sinalizar um avanço no tratamento dos pacientes. Dr. Claes e Bellemans estão atualmente trabalhando em uma técnica cirúrgica para corrigir todas as lesões, e mais novidades serão divulgadas nos próximos anos.
Esses tipos de lesões são muito comuns entre os atletas de futebol, basquete, vôlei, handebol, judô e até de esqui. A Sociedade de Anatomia elogiou os pesquisadores, afirmando que ela é importante para lembrar o mundo da medicina que o conhecimento da anatomia básica do corpo humano ainda não é exaustivo. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

DECUBRAS MENTIRAS QUE O SEU CEREBRO CONTA PARA VOCÊ!



Você não toma as próprias decisões - e boa parte do que vê não é real. É apenas uma ilusão criada pelo seu cérebro, que passa pelo menos 4 horas por dia enganando você. Conheça os truques que ele aplica - e saiba o que realmente acontece dentro da mente.

Você fica cego 4 horas por dia. Já foi enganado por um rótulo nesta semana. Tem preconceitos sobre todos os assuntos (por mais que ache que não). Toma decisões irracionais, que vão contra os seus interesses. Você não está no controle da própria mente. Mas não se preocupe: você é normal. Não é maluco e possui um cérebro perfeito, como o de qualquer outra pessoa. Só que ele inventa coisas para iludir você. Não é por mal. É só uma maneira de economizar energia.
O cérebro humano é o objeto mais complexo do Universo. Tem 100 bilhões de neurônios, que podem formar 100 trilhões de conexões. Se fosse possível criar um computador com o mesmo número de circuitos do cérebro, ele consumiria uma quantidade absurda de eletricidade: 60 milhões de watts por hora, segundo uma estimativa de cientistas da Universidade Stanford. É o equivalente a quatro usinas de Itaipu trabalhando simultaneamente. Mas o cérebro humano gasta pouquíssima energia - 20 watts, menos que uma lâmpada. E mesmo assim consegue fazer coisas extremamente sofisticadas, de que nenhum computador é capaz.

Só que isso tem um preço. O seu cérebro não consegue analisar as situações de forma completamente racional, avaliando todas as variáveis envolvidas em cada caso. Para fazer isso, ele precisaria de ainda mais circuitos - e muito mais energia. Mas, ao longo da evolução, a natureza encontrou uma solução: o cérebro pode mentir para seu dono. Sim, mentir. Descartar informações, manipular raciocínios e até inventar coisas que não existem. Dessa forma, é possível simplificar a realidade - e reduzir drasticamente o nível de processamento exigido dos neurônios. "São efeitos colaterais do funcionamento normal do cérebro", diz Suzana Herculano-Houzel, neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Tudo começa pela visão. Você não percebe, mas o cérebro edita o que você vê. Das 16 horas por dia que uma pessoa passa acordada, em média, 4 horas são preenchidas por imagens "artificiais" - que não foram captadas pelos olhos, e sim criadas pelo cérebro.

O olho humano só capta imagens com clareza em uma pequena parte, a fóvea, que tem 1 milímetro de diâmetro e fica no centro da retina. Então, para compor a linda imagem que você está vendo agora, os seus olhos estão constantemente em movimento. Eles focam determinado ponto e depois pulam para o ponto seguinte. Cada um desses saltos tem duração de 0,2 segundo. Quer comprovar isso na prática? Na próxima vez em que você estiver conversando com uma pessoa, preste atenção nos olhos dela. Você irá perceber que eles se movimentam o tempo todo para escanear vários pontos do seu rosto.

O problema é que a cada pulo desses, enquanto os olhos estão se movendo para a próxima posição, o cérebro deixa de receber informação visual por 0,1 segundo. Durante esse tempo, você está cego. E, como nossos olhos fazem pelo menos 150 mil pulos todos os dias, o resultado são 4 horas diárias de cegueira involuntária. Você não percebe isso porque o cérebro preenche esses momentos com imagens artificiais, que dão a sensação de movimento contínuo. Mas que, na prática, você não viu.

Tem mais: o que você enxerga não é o que está acontecendo - e sim o que vai acontecer no futuro. É sério. Isso acontece porque a informação captada pelos olhos não é processada imediatamente. Ela tem de passar pelo nervo óptico e só depois chega ao cérebro. O processo leva frações de segundo, e você não pode esperar - um atraso na visão pode fazer com que você seja atropelado ao atravessar a rua, por exemplo. Então, o que faz o cérebro? Inventa. Analisa os movimentos de todas as coisas e fabrica uma imagem que não é real, contendo a posição em que cada coisa deverá estar 0,2 segundo no futuro. Você não vê o que está acontecendo agora, e sim uma estimativa do que irá acontecer daqui a 0,2 segundo.

As mentiras invadem a razão

Com R$ 1,10, você pode comprar um café e uma bala. O café custa R$ 1 a mais do que a bala. Quanto custa a bala? Responda rápido. Dez centavos, certo? Errado. Você acaba de ser enganado pelo próprio cérebro. Mas não está sozinho - mais da metade dos estudantes de universidades prestigiadas como Harvard, MIT e Princeton responderam a essa mesma pergunta e também erraram (entre alunos de instituições menos badaladas, o índice de erro é ainda maior, cerca de 80%). Essa charada é um dos exemplos citados no livro Thinking, Fast and Slow (Pensando, Rápido e Devagar, ainda sem versão em português), do psicólogo israelense Daniel Kahneman, que ganhou o Prêmio Nobel de Economia por suas pesquisas sobre o comportamento humano.

Para Kahneman, o cérebro tem dois tipos de pensamento. O primeiro é rápido e intuitivo e confia na experiência, na memória e nos sentimentos para tomar decisões. O segundo é lento e analítico - e serve como uma espécie de guardião do primeiro.

Se estamos decidindo sobre o que comer, podemos ficar em dúvida entre um sanduíche e um prato de feijão. Mas por que essas duas opções, justo elas, surgiram como as alternativas válidas para o momento? Por que você não considerou um bacalhau com batatas? Por que não um sorvete de abacaxi? Porque o seu pensamento intuitivo já estava inclinado para optar pelo sanduba ou pelo feijão e restringiu previamente as escolhas antes mesmo que você se desse conta de que estava chegando a hora de almoçar. Do contrário, passaríamos horas avaliando todas as possíveis opções de refeição - e morreríamos de fome. Se o pensamento intuitivo não existisse, seria extremamente difícil escolher uma roupa ou responder a perguntas banais, do tipo "como você está?" ou "gostou do filme?". De certa forma, o pensamento intuitivo é o que nos diferencia dos robôs. E é ele que permite ao cérebro processar informações na velocidade necessária. "Ele é mais influente. É o autor secreto de muitas decisões e julgamentos que você faz", explica Kahneman no livro. Foi o pensamento intuitivo que apontou os dez centavos como resposta para o enigma do café. Só que ele mentiu para você. A resposta certa é R$ 0,05. Se a bala custasse R$ 0,10, o café custaria R$ 1,10 - e o total daria R$ 1,20.

Esse duelo entre os dois tipos de pensamento, o rápido-intuitivo e o lento-analítico, também tem uma explicação evolutiva. O córtex pré-frontal, região do cérebro responsável pelo processamento lógico, surgiu relativamente tarde na evolução da espécie humana - já as emoções e os instintos estavam com nossos ancestrais há muito mais tempo. Por isso elas são tão fortes e nos influenciam tanto. "A filosofia considera o ser humano um animal racional. Mas o que sabemos é que apenas em certas circunstâncias e à custa de muito esforço conseguimos ser racionais", afirma Vitor Haase, médico e professor de psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O pensamento intuitivo está sempre presente, até nas situações em que a racionalidade é supremamente importante. Um estudo de pesquisadores das universidades de Ben Gurion, em Israel, e Columbia, nos EUA, analisou o comportamento de juízes que deveriam decidir sobre a liberdade condicional de presos (um processo rápido, que leva 6 minutos). Em média, somente 35% dos condenados ganhavam a condicional. Mas os cientistas perceberam que os juízes eram muito mais benevolentes depois de comer. Quando eles tinham acabado de fazer uma refeição, a taxa de aprovação subia para 65%. Com o passar do tempo, a fome vinha chegando, e a concessão de liberdade condicional ia caindo. Minutos antes do próximo lanche, o índice de aprovação era quase zero.

Decidir sobre liberdade condicional e julgar a própria felicidade são tarefas complexas. Para avaliar todas as variáveis envolvidas, muitas delas subjetivas, o cérebro tenderia a ficar sobrecarregado. Por isso, ele usa atalhos. "Os nossos problemas são resolvidos no piloto automático, através de soluções que a cultura já embutiu no nosso cérebro", diz Haase.

Estudos têm revelado outra distorção: toda pessoa sempre tende ao otimismo, mesmo quando não há motivos para isso. A pesquisadora Tali Sharot, da University College London, gravou a atividade cerebral de voluntários enquanto eles imaginavam situações banais - como tirar uma carteira de identidade. Ela também pediu que os voluntários pensassem em coisas do passado. Os testes mostraram que as mesmas estruturas cerebrais são ativadas para recordar o passado e imaginar o futuro. Só que, ao imaginar o futuro, os voluntários criavam cenários magníficos - era o cérebro tentando colorir os eventos sem graça. "Cerca de 80% das pessoas têm tendência ao otimismo, algumas mais do que outras", diz ela. Para Tali, autora do livro Optimism Bias (O Viés do Otimismo, ainda sem versão em português), o otimismo é sempre mais comum que o pessimismo - seja qual for a faixa etária ou o grupo socioeconômico da pessoa. Assim, nunca acreditamos que algo vá dar errado - mesmo quando o mais racional seria pensar que sim. "As taxas de divórcio, por exemplo, chegam a 40%, 50%. Mas as pessoas que estão para casar sempre estimam suas chances de separação em o%", exemplifica Tali. Segundo ela, a inclinação natural ao otimismo também é um dos fatores que levaram à crise econômica global de 2008. "As pessoas achavam que o mercado continuaria subindo cada vez mais e ignoraram as evidências contrárias", afirma.

Ele está no controle
As manipulações criadas pelo cérebro afetam até a capacidade mais essencial do ser humano: tomar as próprias decisões. Quando você decide alguma coisa, na verdade o cérebro já decidiu - com uma antecedência que pode chegar a 10 segundos. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, comprovou que as nossas escolhas são resolvidas pelo cérebro antes mesmo de chegarem à consciência. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma sequência aleatória de letras. O voluntário tinha que escolher uma das letras e apertar um botão sempre que ela aparecesse. Os cientistas monitoraram o cérebro dos participantes durante o experimento. E chegaram a uma descoberta impressionante: 10 segundos antes de os voluntários escolherem uma letra, sinais elétricos correspondentes a essa decisão já apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro ligadas à tomada de decisões. Cinco segundos antes de o voluntário apertar o botão, o cérebro ativava os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo. Isso significa que, 10 segundos antes de você fazer conscientemente uma escolha, o seu cérebro já tomou a decisão para você - e até já começou a mexer a sua mão.

"O indivíduo não é livre para escolher", afirma Renato Zamora Flores, professor de genética do comportamento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O cérebro restringe previamente as suas possíveis opções e, pior ainda, escolhe uma delas antes mesmo que você se dê conta. É possível lutar contra isso. Lembra-se daquele outro tipo de pensamento, o lento-analítico? Basta colocá-lo em ação. E isso você consegue tendo calma, refletindo sobre as coisas e duvidando das suas escolhas e opiniões. Os truques do cérebro são poderosos, mas não invencíveis. Agora que você sabe como funcionam, está muito mais preparado para lidar com eles - e se tornar realmente livre para tomar as próprias decisões.

COMO SURGIU A AIDS?



Ela surgiu a partir de um vírus chamado SIV, encontrado no sistema imunológico dos chimpanzés e do macaco-verde africano. Apesar de não deixar esses animais doentes, o SIV é um vírus altamente mutante, que teria dado origem ao HIV, o vírus da aids. O SIV presente no macaco-verde teria criado o HIV2, uma versão menos agressiva, que demora mais tempo para provocar a aids. Já os chimpanzés deram origem ao HIV1, a forma mais mortal do vírus. "É provável que a transmissão para o ser humano, tanto do HIV1 como do HIV2, aconteceu em tribos da África central que caçavam ou domesticavam chimpanzés e macacos-verdes", diz o infectologista Jacyr Pasternak, do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Não há consenso sobre a data das primeiras transmissões. O mais provável, porém, é que tenham acontecido por volta de 1930. Nas décadas seguintes, a doença teria permanecido restrita a pequenos grupos e tribos da África central, na região ao sul do deserto do Saara.

Nas décadas de 60 e 70, durante as guerras de independência, a entrada de mercenários no continente começou a espalhar a aids pelo mundo. Haitianos levados para trabalhar no antigo Congo Belga (hoje República Democrática do Congo) também ajudaram a levar a doença para outros países. "Entre 1960 e 1980 surgiram diversos casos de doenças que ninguém sabia explicar, com os pacientes geralmente apresentando sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer, e pneumonia", diz a epidemiologista Cássia Buchalla, da Universidade de São Paulo (USP). A aids só foi finalmente identificada em 1981. Hoje, calcula-se que existam mais de 40 milhões de pessoas infectadas no mundo.

Décadas de mistério
Doença, que pode ter aparecido nos anos 30, só foi identificada em 1981
1930

Um dos principais estudos sobre a aids aponta que nesse ano ocorreu a primeira transmissão dos macacos para o ser humano. Mas não existe consenso entre os cientistas. Alguns até acreditam que o primeiro contato do homem com o vírus aconteceu séculos antes

1957

Há alguns anos, uma teoria popular dizia que a transmissão do HIV para os humanos só teria ocorrido em 1957. Uma vacina contra a pólio estaria contaminada com restos orgânicos de macacos portadores do vírus. Testes recentes, porém, derrubaram essa teoria

1959

O primeiro caso comprovado de morte provocada pela aids é de um homem que morava em Kinshasa, no antigo Congo Belga (hoje Congo). Isso, porém, só foi descoberto décadas depois, com um teste feito no sangue dele, que estava guardado congelado

1981

A aids é reconhecida como doença. Surgem vários relatos de sintomas em homossexuais nos Estados Unidos. Também em 1981 morre o chamado "paciente zero" naquele país: um comissário de bordo que espalhou a doença em suas viagens

1983

Pesquisadores isolam o vírus da aids pela primeira vez. Dois anos depois, aparece o teste que identifica a presença de anticorpos no sangue. O nome HIV, porém, só surge em 1986. A primeira droga para ajudar no tratamento da doença, o AZT, só é criada em 1987

Fontes: [ Mundo Estranho ]

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A COISA MAIS ICRIVEL QUE VOCÊ VERÁ HOJE!

Pare o que você está fazendo e assista a isto. É um vídeo de areia. Areia deslizando em torno de uma placa vibratória, para ser exato. Mas o que acontece é realmente incrível.





O que você está vendo é o experimento da placa Chladni. Quando o físico Ernst Chladni realizou este experimento no século 18, ele fez isso com farinha em vez de sal, e fez sua placa de metal vibrar com um arco em vez de um gerador de sons de violino, mas o resultado final é o mesmo: quando a placa vibra em uma freqüência constante, as partículas em sua superfície se organizam em um belo padrão. 
As partículas (areia, neste caso) estão se organizando ao longo do que são chamadas de “linhas nodais” – curvas estreitas que cruzam a superfície de modo vibratório. Quanto mais altas são as frequências, mais complexa a forma fica.