Mais de 1.500 mil pinturas, que eram tidas como destruídas na Segunda Guerra Mundial, foram achadas em meio a lixo em um apartamento.
Muitos nazistas do alto escalão eram apreciadores da arte e confiscavam diversas obras de pintores famosos das coleções de alguns judeus, principalmente pelo alto valor das raridades. Muitas foram perdidas com o fim da Segunda Guerra Mundial, mas nem todas elas desapareceram, conforme foi divulgado na publicação alemã Online Focus nesta segunda-feira.
O site anunciou que mais de 1,5 mil pinturas, que eram tidas como destruídas na Segunda Guerra Mundial, foram encontradas na Alemanha depois que autoridades acompanharam algumas pistas e certa intuição.
1-Faro certeiro:
Há três anos, os funcionários aduaneiros realizaram uma verificação de rotina em um trem da que ia da Suíça para a Alemanha. Neste trem, estava Cornelius Gurlitt, de 80 anos, um morador recluso de Munique, que teria tido um comportamento estranho na ocasião.
Porém, eles nunca poderiam ter imaginado que a razão para o comportamento de Gurlitt era a apropriação de um tesouro em obras de arte importantes. Eles intimaram o homem para averiguação e constataram que ele tinha 9 mil euros em dinheiro, fruto da venda de uma das obras escondidas.
Na verdade, Gurlitt era um homem “que não existia", segundo disse um policial ao Online Focus. Ele nunca trabalhou no país, não tem os registros obrigatórios com a polícia, autoridades fiscais ou serviços sociais, nem seguro de saúde. Apesar disso, e do dinheiro que estava com ele, o homem foi liberado, mas a polícia ficou com a pulga atrás da orelha.
Por isso, a investigação ao homem continuou em 2011, quando as autoridades localizaram a casa de Gurlitt e a revistaram. O local era um apartamento de orçamento miserável nos subúrbios de Munique, mas que escondia um tesouro. Atrás de montanhas de comida podre e décadas de latas velhas, estava uma coleção de obras de arte que poderiam valer mais de 1,35 bilhão de dólares, incluindo pinturas de Picasso, Matisse e Renoir.
Clairvius Narcisse afirma ter sido vítima de algum ritual vudu. Confira a seguir essa história bizarra.
Zumbis existem de verdade? Nem tente bancar o cientificamente correto aqui e dizer que eles não existem, porque a história que vamos contar para você a seguir pode mudar suas convicções. Portanto, antes de qualquer coisa, abra a cabeça – não precisa ser literalmente. O haitiano Clairvius Narcisse ficou muito doente em 1962, tendo vivido momentos de febre, dor intensa e relatado a sensação de mosquitos perfurando sua pele. Isso sem falar na extrema dificuldade que sentia para respirar. Ele então foi levado ao hospital, onde foi atendido por dois médicos, mas, pouco tempo depois, foi declarado morto. O velório foi breve e o enterro foi logo realizado. Narcisse, no entanto, disse nunca ter morrido de verdade. O que aconteceu foi que ele acordou, meio perturbado, dentro de um caixão e enterrado. O haitiano acredita que foi envenenado e vítima de algum tipo de feitiço. Na noite seguinte, ele foi exumado por um shaman vudu e levado a um lugar desconhecido. Detalhe: ele recebeu uma mistura que o deixava em estado de zumbi.
Estrutura tem 60 metros de altura e 8000 m2 de base e o pescador desportivo que a descobriu admite ser um vestígio da Atlântida. Um praticante de pesca desportiva encontrou há dias o que afirma ser uma grande pirâmide no fundo do mar entre as ilhas Terceira e São Miguel, nos Açores, numa descoberta que já está a ser encarada por alguns como um sinal da Atlântida, mas que o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores relativiza. A descoberta aconteceu quando Diocleciano Silva, veterinário de profissão, tentava encontrar zonas de pesca perto do banco D. João de Castro. Foi então que, por leitura batimétrica, localizou uma pirâmide com 60 metros de altura - cuja ponta estará a cerca de 40 metros de profundidade - e oito mil metros quadrados de área.
Para Diocleciano, o levantamento batimétrico por GPS acabaria por resultar na emocionante descoberta de uma estrutura com dimensões perfeitas e com arestas orientadas de acordo com os pontos cardeais principais, com uma perfeição comparável às pirâmides de Gizé no Egito. "Verifiquei que, naquela zona, existia um promontório que subia e descia geometricamente", salientou em declarações ao Açoriano Oriental, acreditando que, pelas suas características, poderá estar-se perante uma criação humana e não natural. Como, por exemplo, um sistema militar submerso.
As famosas linhas de Nazca podem ser encontradas em um deserto há cerca de 321km ao sul de Lima, Peru. Em uma planície medindo aproximadamente 59 km de comprimento e 1.6 km de largura existem linhas e figuras gravadas que tem desconcertado os cientistas desde sua descoberta, nos anos 1930. As linhas correm perfeitamente retas, algumas paralelas umas às outras, muitas se cruzando, fazendo com que pareçam, para quem olha de cima, pistas de pouso de antigos aeroportos. Isto estimulou Erich Von Däniken em seu livro “Eram os deuses astronautas?” a sugerir que elas eram de fato pistas para naves extraterrestres. Mais intrigantes são as figuras gigantes de 70 – alguns animais gravados no solo – um macaco, uma aranha e um beija-flor, além de outros. O que estarrece é que essas linhas e figuras foram feitas em tal escala que só podem ser reconhecidas em uma alta altitude. Então qual o significado delas? Alguns acreditam que possuam algum propósito astronômico, enquanto outros acreditam que serviam para cerimônias religiosas. Uma teoria recente sugere que as linhas levam a fontes de água preciosa. A verdade é que ninguém realmente sabe.
É bastante difícil imaginar um tempo, cerca de 13,7 bilhões de anos, quando todo o universo existia como uma singularidade – um ponto infinitamente quente e denso. De acordo com a teoria do Big Bang, a principal tese que explica como o universo veio a existir, toda a matéria do cosmo estava compactada nesseponto, que era menor do que uma partícula subatômica.
Uma vez que você pensa sobre isso, uma questão ainda mais difícil inevitavelmente surge: O que existia antes do Big Bang?
A questão em si já foi discutida séculos antes da cosmologia moderna existir. No século IV, o teólogo Santo Agostinho lutou com a natureza de Deus antes da criação do universo. Sua resposta? O tempo era parte da criação de Deus, e simplesmente não havia um “antes”.
Armado com todo o conhecimento que ele mesmo ajudou a criar, Albert Einstein, no século passado, chegou a conclusões muito parecidas com a sua teoria da relatividade. Basta considerar o efeito da massa no tempo. Um planeta muito massivo entorta o tempo – fazendo o tempo correr um pouco mais lento para um ser humano na superfície da Terra do que para um satélite em órbita. A diferença é muito pequena para perceber, mas o tempo ainda corre mais lentamente para alguém de pé ao lado de uma grande pedra do que para uma pessoa sozinha em um campo. A singularidade do Big Bang estava apoderada de toda a massa do universo, isto é, o tempo simplesmente não existia. [Entendo a teoria da relatividade]
Seguindo essa linha de lógica, o título deste artigo é fundamentalmente falho. De acordo com a teoria da relatividade de Einstein, o tempo só veio a existir conforme a singularidade primordial se expandiu ao seu tamanho e formato atual. Logo, nada havia antes do Big Bang porque simplesmente não havia tempo para criar algo.
O controverso historiador Gavin Menzies está afirmando que este mapa de 1418 mostra que o Novo Mundo foi descoberto pelo Almirante chinês Zheng He, cerca de 70 anos antes de Colombo. Será?
Menzies acaba de publicar um livro intitulado Who Discovered America (Quem descobriu a América, traduzindo do inglês) em que ele estabelece essas e outras reivindicações notáveis - incluindo a sugestão de que marinheiros chineses foram os primeiros a cruzar o Oceano Pacífico mais de 40 mil anos atrás. É o mais recente de uma série de livros em que ele sugere a teoria bastante estranha de que os chineses descobriram a América.
Em seu novo livro, Menzies faz sua reivindicação por um mapa encontrado em uma livraria de segunda mão pelo advogado Liu Gang, em Pequim.
O documento, segundo ele, é uma cópia do mapa de 1417 do almirante Zheng He. O Sr. Menzies argumenta que ele mostra claramente os rios e as costas da América do Norte, bem como o continente da América do Sul.
Afirmação do Sr. Menzie sobre a viagem de Zheng He ao Novo Mundo não é nova – ele escreveu pela primeira vez sobre o assunto em 2002 -, mas o mapa é.
Liu tinha o mapa autenticado por um avaliador de leilões Christie, que disse que o documento era “muito velho” e não uma farsa recém-fabricada. Segundo ele, o documento foi originalmente escrito na dinastia Ming – um período que durou entre 1368 e 1644.
Ele também afirma ter um mapa que mostra os nomes das cidades peruanas específicas.
No entanto, segundo o historiador Geoff Wade, o mapa só foi produzido séculos mais tarde, na Europa.
"É um mapa de dois hemisférios, uma tradição cartográfica exclusivamente europeia. A Califórnia é representada como uma ilha, copiada diretamente de mapas europeus do século 17, e a China é colocada no centro do mapa.
A quantidade de detalhes não-costeiros (incluindo sistemas fluviais que se estendem a milhares de quilômetros da costa) indicam que estes mapas não poderiam ter sido produzidos por navegantes marítimos. A informação contida nos mapas foi, obviamente, acumulada ao longo do tempo por culturas que tinham viajado muito. Ele se encaixa perfeitamente dentro da história da cartografia européia, mas é uma completa anomalia para a cartografia chinesa.
É um mapa de dois hemisférios, uma tradição cartográfica exclusivamente europeia. A Califórnia é representada como uma ilha, copiada diretamente de mapas europeus do século 17, e a China é colocada no centro do mapa.
A quantidade de detalhes não-costeiros (incluindo sistemas fluviais que se estendem a milhares de quilômetros da costa) indicam que estes mapas não poderiam ter sido produzidos por navegantes marítimos. A informação contida nos mapas foi, obviamente, acumulada ao longo do tempo por culturas que tinham viajado muito. Ele se encaixa perfeitamente dentro da história da cartografia européia, mas é uma completa anomalia para a cartografia chinesa."
É importante notar, entretanto, que povos nativos de ilhas do Pacífico podem ter chegado à América do Sul antes de Colombo – uma análise genética recente de uma tribo indígena brasileira chamada Botocudo revelou traços de DNA polinésio.
A Segunda Guerra Mundial foi um período de mudanças dramáticas em todo o mundo. Mas junto com todas as estratégias de maquinações políticas e militares, algumas coisas bizarras aconteceram. Nesse artigo vamos falar sobre os 5 incidentes mais misteriosos da Segunda Guerra Mundial.
Poucos meses após o ataque à Pearl Harbor, os Estados Unidos entraram na guerra muito vigilantes, especialmente ao longo da costa oeste. Todo mundo estava olhando para o céu e para o mar, temendo um novo ataque japonês.
Em fevereiro de 1942, vários objetos voadores não identificados foram vistos no céu da cidade de Los Angeles. Os militares iluminaram o céu com canhões de luz e em seguida dispararam contra os objetos, mas nenhum caiu.
Segundo relatos, o céu da cidade norte-americana ficara completamente iluminado pelos disparos, e muitas pessoas morreram com os estilhaços de vidro.
Segundo a versão oficial dada pelo governo dos EUA, o episódio foi ocasionado por um alarme falso, e que os objetos eram balões meteorológicos.
Este é um dos mais famosos misteriosos incidentes aeronáuticos de todos os tempos. Aconteceu poucos meses após o término da guerra, mas envolveu militares dos EUA e aviões da Segunda Guerra Mundial.
A história é bastante simples: o tenente Charles Taylor comandou o voo de 5 aviões Avenger TBM em um exercício de treinamento na Flórida. Por rádio, Taylor avisou que suas bússolas não funcionavam e que ele não sabia onde estava. Depois de voar sem rumo por várias horas, os aviões ficaram sem combustível. Nenhum deles foi visto desde então, e todos os 14 homens a bordo foram dados como mortos.
O inquérito da Marinha foi muito claro. Taylor era conhecido por se perder durante o voo. Vários operadores de rádio e até mesmo os membros do Voo 19 sabiam onde eles estavam, mas seguiram a ordem de Taylor e voaram para longe no Atlântico, em vez de voltar para a Flórida.
Grande parte do mistério em torno do incidente resulta dos esforços da Marinha para amenizar a mãe de Taylor, que reclamava quando o inquérito culpava seu filho pela morte da tripulação, sem provas concretas. Após esse fato, eles mudaram a causa para “desconhecida”.
Posteriormente, escritores envolveram elementos sobrenaturais em torno da história, como o lendário Triângulo das Bermudas, e inventaram novos detalhes, tais como pilotos tendo premonições de tragédia que os impediram de ingressar no voo condenado, e transmissões de rádio como “o céu está errado aqui.“
A história já é assustadora o suficiente por conta própria – cinco aviões perdidos sobre o mar aberto com a noite caindo e movendo-se em mau tempo. A transmissão de rádio real final foi uma mensagem fraca e ilegível.
Uma vez que os aviões nunca foram recuperados, o verdadeiro destino do voo 19 tecnicamente permanece um mistério.
Rudolf Hess
Rudolf Hess era um nazista de alto escalão que levou o título “Adjunto do Führer”. Em 10 de maio de 1941, Hess jantava em sua casa em Augsburg, Alemanha, quando em seguida voou para a Escócia. Ele foi perseguido por aviões britânicos, caiu, sobreviveu e foi capturado por um fazendeiro. Hess pediu para falar com o Duque de Hamilton e outros funcionários britânicos, alegando que procurava um acordo de paz entre a Alemanha e a Grã-Bretanha.
Não é muito claro se Hess tinha autoridade para criar um acordo de paz, e a Grã Bretanha simplesmente o manteve como prisioneiro de guerra. Ele passou algum tempo na Torre de Londres e em outras prisões. Em seguida, foi julgado em Nuremberg. Considerado culpado de conspiração e crimes contra a paz, Hess foi condenado à prisão perpétua. Passou a maior parte do tempo na prisão de Spandau, em Berlim – durante os últimos 20 anos de sua vida.
Há uma abundância de teorias da conspiração na história de Rudolf Hess. Os russos sempre suspeitaram que Hess estava tentando secretamente unir a Alemanha e a Grã-Bretanha, para que as duas nações derrotassem a Rússia. Churchill e Stalin tiveram alguns confrontos memoráveis sobre o assunto. O estado mental de Hess diminuiu drasticamente quando foi preso, apesar de existir relatos que ele parecia estar mentalmente apto quando chegou pela primeira vez na Escócia. Na época do julgamento de Nuremberg, ele estava sofrendo de amnésia e era periodicamente incapaz de se lembrar de seus anos como nazista.
Foo fighters
Há vários relatos de misteriosos objetos luminosos que perseguiam aeronaves durante a Segunda Guerra Mundial, e que podiam danificar seus radares.
Os “foo fighters”, como foram posteriormente chamados, perseguiam aeronaves de ambos lados da guerra, e voavam em velocidade muito alta.
Após o término da guerra, governos de alguns países criaram projetos na tentativa de elucidar o mistério, sem êxito. Entre as principais possibilidades estavam: arma secreta e luzes naturais formadas pela indução eletrostática.
O “Deadly Double”
Algumas semanas antes do ataque de Pearl Harbor, um par de anúncios estranhos apareceu na revista New Yorker. Eles pareciam estar anunciando um jogo de dados chamado “The Deadly Double”, ou “O Mortal Duplo”.
Um dos anúncios mostrava um par de dados com os caracteres 0, 5, 7, xx, 24, e 12 nas faces visíveis. Outro anúncio mostrava pessoas em um bunker e explicava que o jogo de dados era essencial para a sobrevivência.
Os anúncios tinham um design um pouco estranho, e pareciam conter uma mensagem codificada. Os números poderiam aludir à data do ataque a Pearl Harbor (12/7). O “duplo mortal” em si foi pensado para se referir às ameaças gêmeas de Japão e Alemanha. O 0 e 5 são por vezes pensado para prever o momento exato do ataque.
Livros sobre eventos misteriosos gostariam de deixar esta história sem solução, como se a identidade do criador dos anúncios permanece desconhecida até hoje. Na verdade, ela foi atribuída a uma empresa de jogos em Chicago, que fez um jogo de dados chamado “duplo mortal”. Embora um anúncio como esse em época de guerra pode parecer de mau gosto, os números sobre os dados correspondentes à data de Pearl Harbor devem ter sido pura coincidência. Ainda assim, era estranho o suficiente para que o FBI se envolvesse.